Archive for novembro, 2005

Playing The Angel

25/11/2005



Já ouviu o álbum novo do Depeche Mode? Se não ouviu tá perdendo. Playing The Angel é progressivo e vibrante do início ao fim. A Pain That I’m Used To abre o álbum e revela um som angustiante já nos primeiros segundos, com uma guitarra furiosa. Lembra um pouco o início de Starting Over, do The Crystal Method. Funciona. Destaque também pra John The Revelator e The Sinner In Me, faixas claustrofóbicas e enérgicas, mostrando que rock e música eletrônica podem andar juntos. Suffer Well é forte, talvez uma das mais fortes do álbum no sentido de elevar a dor a algo existencial (elemento bem presente na obra do Depeche). A voz de Dave Gahan aqui esbanja poder:“Where were you when I fell from grace
Frozen heart, an empty space”
(…)

Mas Precious é minha eleita. Consegue ser emotiva sem deixar de ser dançante, e unindo esses dois elementos alcança a combinação perfeita. Nela o Depeche vai do sensível/melódico ao progressivo. Precious é escorregadia e embala fácil. A letra é de Martin Gore:

Precious and fragile things
Need special handling
My God, what have we done to you?

We always tried to share
The tenderest of care
Now look what we have put you through.

Things get damaged,
Things get broken
I thought we’d manage
But words left unspoken
Left us so brittle
There was so little left to give…


Angels with silver wings
Shouldn’t know suffering
I wish I could take the pain for you.

If God has a masterplan
That only he understands
I hope it’s your eyes he’s seeing through.

Things get damaged,
Things get broken
I thought we’d manage
But words left unspoken
Left us so brittle
There was so little left to give…

I pray you learn to trust
Have faith in both of us
And keep room in your heart for two.

Things get damaged,
Things get broken
I thought we’d manage
But words left unspoken
Left us so brittle
There was so little left to give…

And so

22/11/2005

Eu não conhecia. Agora estou completamente viciada. Clica aqui.

Criação

16/11/2005

A Cris Espinoza faz arte no Impulsive.

Um Espaço para minimalismos

09/11/2005

Outro dia eu estava passeando pelo orkut e entrei na página de um amigo meu. E é engraçado. Engraçado mesmo, porque o cara é daqueles de poucas palavras, frases suscintas. Extrema objetividade. Mas ali não. Não no orkut. Ali conheci outra pessoa. Uma figurinha que curte muita música (e não qualquer música) , livros interessantíssimos e se expressa como ninguém.No orkut as pessoas se soltam. Mostram o que são (e por que não dizer o que gostariam de ser?). Ali não há ninguém olhando nos olhos ou julgando diretamente. Podemos ser quem quisermos. Daí tu me pergunta: e isso é bom ou ruim? Sei lá. Não estou aqui pra julgar ninguém. O fato é que não se constrói uma personalidade pelo orkut. Nesse espaço NINGUÉM é TUDO o que é. Não se simplifica uma pessoa. É preciso comprovar com atos o que se diz ali com palavras. O que há ali são fragmentos. Só fragmentos.