Sobre elas

29/07/2007

Não é que as pessoas sejam contraditórias
nem tristes, nem solúveis em segundos
É que cada uma carrega tantos pedacinhos
e cada pedacinho se fragmenta em tantos outros pedacinhos
que é impossível colar as superfícies uma na outra
e pintar tudo de uma cor só

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10 Respostas to “Sobre elas”

  1. Claudio Partes Says:

    Adorei o texto,
    sim somos isso.
    Pedaços
    pedacinhos
    poeira das estrelas
    de todos os sonhos
    que se encontram
    em algum lugar.

  2. Dora Says:

    Mas assim é que é bom!

  3. Marcos Says:

    Acho que é impossível até de ver todos os pedacinhos em um único campo de vista, quanto mais pintar todos de uma cor só. E tem aqueles que saem voando e colam em alguém, outros que a gente tem certeza de que não se movem mais. Gostei de pensar assim, como se fossem confetes.

  4. Pati Says:

    Adorei o texto
    :)

  5. Sandra Leite Says:

    Muito bom!
    Ainda bem que somos diferentes, mas no fundo tão parecidos…
    E ser contraditório faz bem a alma….
    bjs

  6. clara Says:

    manda esse post pro teu amigo…
    Imagina que mágico não seria ele entendesse seu significado desse teu lidno texto?!!?

    Enfim, parabéns!

  7. marlene Says:

    Verdade! Mas que bom que é assim…Carregamos um pouquinho de muitos, o que nos faz seres capazes de transformações e surpresas a cada minuto.O que é mais mágico nisso tudo é que mesmo iguais de corpo somos tão diferentes no jeito…Santa maravilha!

  8. Cris Says:

    Claudio, fico lisonjeada com a tua poesia por aqui. Sinto falta de poder visitar teu blog… Espero que volte logo.

    Dora! Eu também prefiro assim!! : P

    Marcos, sim, os confetes voam para longe, colam nos outros, se perdem, voltam a voar. Gostei dessa metáfora. Vai ver é isso mesmo, a gente nunca tá completo, porque sempre tem algum confete voando. E nunca é a mesma pessoa, porque sempre tem algum confete que não nasceu com a gente colado na pele. Enfim. Bonito.

    Pati!! Quanto tempo! Volte sempre
    : )

    Sandra,
    Concordando contigo e com a Dora, repito. Eu gosto dessas contradições, sabe? Às vezes entro aqui e vejo umas coisas tão delicadinhas e me canso. Minha mãe outro dia disse que leu um texto mais ousado por aqui e daquele não gostou. Disse que gosta das coisas delicadas. “Mas mãe, eu não sei ser delicada o tempo todo. Não sou assim.” Pois é. São as superfícies que não podemos pintar. E eu gosto delas assim, multicoloridas.

    Clara,
    deixo essa tarefa pra ti. Já tentei explicar, mas… tu conhece melhor do que eu a teimosia do ser específico. Ahhhhhhhhhhhhhhhhh!!!!!!!!!

    Beijos, Fer!

    Manhe! Hehe. Viu, só? Acho que somos tão parecidas em algumas coisas, e tão diferentes em outras. Fico pensando em como meus gostos são influenciados pelos teus sem eu perceber… Na verdade tuas águas são bem mais calmas do que as minhas. Que coisa. Pelo menos algumas faces tem a mesma cor : )
    Beijo na testa.

  9. Rita Loureiro Says:

    E isso foi tão minha biografia.
    que até assusta, como quando abrimos um livro e ele diz exatamente
    o que temos de ouvir.

    :)


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