21/08/2007

Cada linha
cedida perdida
achada
(des)manchada
falava no escuro
insinuava idéias
rascunhos
injúrias
pormenores
maiores que fossem
se expandia
crescia por dentro
tomava conta
raptava dias noites
passos precisos
cortava a ordem
destruía espaços
forçava o relógio
virava os ponteiros
na vigésima quinta hora
acordava.

Anúncios

Uma resposta to “”

  1. bebel Says:

    Adorei “a vigésima quinta hora”.
    De vez em quando venho te visitar.
    Gosto dos teus poemas também.
    Beijos.
    Bebel


Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: